É PROIBIDO PROIBIR, É PROIBIDO SE CALAR!
o Ser Humano deve ter a ousadia de criar e ser criado, inventar e ser inventado, recriar, reinventar, estar pronto para a novidade, mesmo que entre as coisas velhas...
sábado, 26 de janeiro de 2013
QUANDO FALA O CORAÇÃO
Quando fala o coração
“As memórias são os olhos da alma”. Vemos, percebemos aquilo que nos toca, àqueles momentos que nos fazem falta. Há pessoas que conhecemos há pouco tempo e sentimos uma eternidade a sua falta. Lázara de Assis, Lazinha, como muitos conheciam, partiu, faleceu. Mulher, Mãe, Tia, Cunhada, Vó, Bisavó, vizinha, sogra. Não importa... Sua presença ficará nas memórias daqueles que a ama, sim, no presente. A memória traz para o presente àqueles momentos que e tornaram significativos. As viagens, os contratempos, as alegrias. Quando fomos à Roncador-PR e visitamos a igrejinha da fazenda, ambas, filha e mãe, emocionadas, vertiam lágrimas de emoção... Foram mais de trinta anos de ausência, de momentos de devoção. Aquele foi um momento que marcou em minha vida, pois propiciei a minha esposa e à sua mãe esta felicidade e, principalmente, para mim mesmo. Não existe foto que possa registrar tamanha emoção... Esta imagem está guardada em meu coração, em minha memória. Estas palavras são um até logo D. Lazinha.
Esta é uma leitura, não apenas àqueles que se relacionam com os surdos e sim para todos que lutam e acreditam em uma educação de qualidade para todos sem distinção ou preconceito.
EDUCAÇÃO DE SURDOS PELOS PRÓPRIOS SURDOS:
uma questão de direitos
Autor(es): Sílvia Andreis Witkoski
ISBN: 978-85-8042-461-4
Editora: EDITORA CRV
Distribuidora: EDITORA CRV
Número de páginas: 116
Ano de Edição: 2012
Formato do Livro: 14x21
Número da Edição: 1
Sinopse
No transcorrer deste livro o leitor encontrará a discussão do tema “educação de surdos e inclusão” construída por meio dos discursos sinalizados pelos próprios sujeitos, a partir do olhar (de dentro) de quem é surdo e conhece, de forma visceral, as experiências da “inclusão”, enquanto que a educação que almejam ainda se constitui em uma exceção à regra. São sujeitos historicamente silenciados pelos estigmas e preconceitos que lhes são atribuídos e para quem são construídas políticas educacionais a partir da perspectiva inclusiva ouvinte. A leitura presente leva o leitor a conhecer e entender qual a educação que os surdos defendem, e porque a grande maioria se opõe à política educacional que prevê sua inclusão indiscriminada no ensino regular, o que subtrai o direito legalmente previsto em lei, de que possam receber uma educação bilíngue em escola própria. Nesta perspectiva, destaca-se que ensino bilíngue tem, como eixo de sustentação, a Língua de Sinais como língua de instrução para o surdo, e a língua oral oficial do país como segunda língua. E somente num ambiente linguístico naturalmente bilíngue é que este alunado terá, de fato, a possibilidade de construir-se enquanto sujeito usuário da Língua de Sinais como primeira língua, promovendo a aprendizagem da língua oral por meio da metodologia de segunda língua.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
O TEMPO
(Texto produzido em homenagem ao aluno Arcênio, na conclusão do 2º grau)
Não sei se é lenda, mas ouvi um dia contar... “Que lá longe havia um dique, que muita água a represar. Ali era caminho da escola do lugar. Tudo ia bem com as crianças brincar. Só que um dia um menininho sozinho por se atrasar, meio com medo, solitário pelo velho caminho passar. Ali passando notou um fio de água a jorrar... - “Meu Deus! Pensou consigo, - a aldeia vai inundar, preciso correr muito para todos poder avisar”. O menino então ouviu um barulhinho e começou a notar, que o fio de água o buraco alargar, não hesitou nem um momento com o seu dedo foi tapar. Sentou-se e alguém esperou ali passar. Veio a noite e o medo, mas o menino não podia dali se afastar. Seus pais na madrugada, com a aldeia procurar, acharam o pobrezinho num frio de rachar, compensou o pobrezinho o desastre evitar. Assim é o estudo. Nós botamos o nosso dedo em um conhecimento, e esperamos a razão nele brotar, para que num futuro nos achem, e muitas vidas possamos, também, AJUDAR.
Curitiba, 09 de dezembro de 1998
autor Valnei Francisco de França
Recebam esta homenagem com a força do desafio de que os obstáculos em nossas vidas, aparecem para nos aprimorar, ninguém é predestinado a sofrer eternamente, pois o sofrimento é um alerta que precisamos para nos aprimorar.
Que o dia 11 de agosto de 2000, Dia do Estudante, acrescente uma dádiva de felicidade a todos nós.
De seu Professor Valnei Francisco de França
Não sei se é lenda, mas ouvi um dia contar... “Que lá longe havia um dique, que muita água a represar. Ali era caminho da escola do lugar. Tudo ia bem com as crianças brincar. Só que um dia um menininho sozinho por se atrasar, meio com medo, solitário pelo velho caminho passar. Ali passando notou um fio de água a jorrar... - “Meu Deus! Pensou consigo, - a aldeia vai inundar, preciso correr muito para todos poder avisar”. O menino então ouviu um barulhinho e começou a notar, que o fio de água o buraco alargar, não hesitou nem um momento com o seu dedo foi tapar. Sentou-se e alguém esperou ali passar. Veio a noite e o medo, mas o menino não podia dali se afastar. Seus pais na madrugada, com a aldeia procurar, acharam o pobrezinho num frio de rachar, compensou o pobrezinho o desastre evitar. Assim é o estudo. Nós botamos o nosso dedo em um conhecimento, e esperamos a razão nele brotar, para que num futuro nos achem, e muitas vidas possamos, também, AJUDAR.
Curitiba, 09 de dezembro de 1998
autor Valnei Francisco de França
Recebam esta homenagem com a força do desafio de que os obstáculos em nossas vidas, aparecem para nos aprimorar, ninguém é predestinado a sofrer eternamente, pois o sofrimento é um alerta que precisamos para nos aprimorar.
Que o dia 11 de agosto de 2000, Dia do Estudante, acrescente uma dádiva de felicidade a todos nós.
De seu Professor Valnei Francisco de França
domingo, 2 de maio de 2010
EUTANÁSIA SOCIAL
EUTANÁSIA SOCIAL
Autor: Professor Valnei, baseado no relato da aluna Fabiana, Turma 1ºC, C.E. Chico Mendes
É fato histórico que um escravo gladiador de nome Spártacus liderou uma revolta contra seus senhores, os Romanos, pois não aceitavam mais terem que viver matando ou morrendo para divertir seus proprietários, no processo incluíram os deserdados, os famintos, ou pobres desvalidos. O fim, conta-nos a história, o nosso heróico gladiador, que ousou modificar a sua vida e de seus iguais, mais os seus seguidores, foram colocados em postes na estrada de Roma, para serem vistos e aprenderem que não se deve tentar modificar a ordem vigente, a romana. Seus corpos arderam noite adentro, num lindo festival pirotécnico.
É fato histórico que um carpinteiro procurou alguns pescadores e liderou uma nova maneira de interpretar os desejos do Senhor Deus. Sua pregação, o Evangelho, ficou em nossos corações até hoje, mas o líder, àquele que ousou modificar a sua vida e de seus iguais, foi colocado em uma cruz, para ali aguardar a sua morte. Crucificado, abandonado, para que fosse visto e que todos os povos aprendessem que não se deve tentar modificar a ordem vigente, a ortodoxia dos sacerdotes, doutores da lei, de sua época.
É fato histórico que um advogado, indiano, liderou seu povo contra a colonização inglesa e venceu, mas quando tentou liderar seu povo, o indiano em geral, para que mudassem sua maneira de ver e viver o mundo, sem divisões de castas, famílias, religiões, “raças”. Ele foi assassinado por um representante daqueles que deixaram bem claro que não se deve modificar a ordem vigente, o regime de castas (divisão social a partir da origem, do nascimento das pessoas, onde não pode haver relações de parentesco, sociais, ou outra qualquer).
É fato histórico que um alferes, de apelido Tiradentes, tentou liderar seu povo contra a injustiça da cobrança de impostos e aproveitar para questionar o sistema político de sua época. Foi morto, esquartejado, e colocado à mostra para que todos vissem o que aconteceria com quem ousasse modificar a ordem vigente, a portuguesa, arbitrária, autoritária, repressiva, violenta, exploradora.
É tristeza histórica, que o filósofo de nome Sócrates, foi condenado à morte, tomando cicuta (um veneno), por ensinar os jovens atenienses a pensarem de maneira diferente, que aprendessem a diferenciar àqueles que pensam por eles, (os Governantes). Foi morto, porque tentou modificar a ordem vigente em sua época.
É fato histórico que um jovem cineasta conhecido por Charles Chaplin, descobriu uma maneira simples, lúdica, gostosa de mostra uma crítica social através de uma diversão o Cinema, ainda que mudo. Um gênio, mas foi expulso dos Estados Unidos como subversivo e foi acusado de tentar modificar a ordem vigente: uma sociedade aristocrata, cheia de privilégios, onde a maioria da população vivia à margem das decisões, alienadas das decisões e conforto que o progresso tecnológico tinha desenvolvido até a sua época.
Com tudo isso, ainda constatamos que a maioria da população brasileira vive em situação de necessidade, e que não consegue achar uma saída que possibilite a melhora de vida da maioria da população: falta remédio, sobra doença, falta médico, sobra planos de saúde, falta hospital, sobra planos funerários, nos governantes falta vergonha, sobra lágrimas nos olhos do povo. Como no início de nosso texto, é muito perigoso ir contra a ordem vigente, vejo com muita alegria o aumento da criminalidade, assassinatos e principalmente as chacinas, (onde são assassinadas mais de três ou quatro pessoas). NÃO, NÃO ESTOU FICANDO LOUCO. É simples questão de lógica. Se, ao condenado à morte acompanhada por suplício, fica a esperança da morte mais imediata possível, para fugir do sofrimento eterno, nosso povo que: nasce com sofrimento, passa fome na infância, necessidade na adolescência, falta de emprego na vida adulta e é abandonado na velhice (INSS), o melhor é abreviar o seu sofrimento. Resta-nos a EUTANÁSIA SOCIAL, àquele artifício que nosso governo tolera para que haja um equilíbrio entre nascimento e morte, e o consequente planejamento governamental de metas anuais. Pois é intolerante com sindicalistas que tentam modificar a ordem vigente e melhorar a vida de seus povos sindicalizados. Pois é intolerante com os sem-terra que tentam modificar a ordem vigente e melhorar a vida de seus iguais. É intolerante com estudantes que se manifestam contra a ordem vigente e melhorar a vida de seus iguais. É intolerante com grevistas que tentam modificar a ordem vigente e melhorar a vida de seus necessitados. Por outro lado é tolerante com juízes e advogados que desviam dinheiro público que beneficiaria o povo, e usam para proveito próprio. É tolerante com vereadores, deputados, senadores que roubam o dinheiro público. São tolerantes com seus funcionários de confiança no alto escalão que realizam tráfico de influência, roubos e outras coisas mais. Onde ser bandido é ser mais respeitado do que ser povo - Cidadão. Então, justifica o Governo não agir com competência na área da violência que somos vítimas a todo o instante. Desviar as verbas sociais, para campanhas eleitorais, e deixar que se formem quadrilhas e mais quadrilhas e assaltantes, criminosos e assassinos que: matam nossos filhos, nossos pais, violentam e matam nossas filhas, nossas mães, enfim nossos parentes e amigos. É NORMAL QUE CRESÇA A VIOLÊNCIA E QUE PARTE DA POPULAÇÃO, QUE NÃO MAIS TÊM ESPERANÇA DE MUDAR DE VIDA, MORRA. VÍTIMAS DA AUSÊNCIA DO GOVERNO E PELAS MÃOS DE CRIMINOSOS.
Assinar:
Postagens (Atom)
